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COI expulsa ex-ministro indonésio por corrupção | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-ministro da Indústria e Comércio da Indonésia, Mohamad Hasan, foi expulso do Comitê Olímpico Internacional (COI). Os membros do COI, reunidos na capital da Grécia, Atenas, aprovaram proposta para retirá-lo do órgão por causa de sua condenação por malversação de recursos da ordem de milhões de dólares para um projeto florestal de grande porte. Sua expulsão do COI é a primeira desde o escândalo que envolveu suposto suborno para a realização das Olimpíadas de 2002 em Salt Lake City, há dez anos. O escândalo levou à remoção de seis membros e à renúncia de quatro ao cargo. Mohamad Hasan, ou Bob Hasan, como ele é mais conhecido, deixou de ser integrante da cúpula olímpica por uma margem esmagadora de votos, segundo o correspondente da BBC, Harry Peart. Apenas três dos 104 integrantes do COI queriam que ele permanecesse no órgão. Em meados deste ano, o amigo e sócio do presidente Suharto foi libertado da prisão depois de cumprir quatro de seis anos de pena por corrupção. Hasan foi suspenso pelo COI há três anos. Tentativas anteriores de expulsá-lo foram adiadas porque o processo de apelação não havia sido concluído. No último fim-de-semana, um membro búlgaro do COI, Ivan Slavkov, foi suspenso depois que uma reportagem de um dos canais de televisão da BBC sugeriu que votos para a cidade-sede das Olimpíadas de 2012 podiam ser comprados. Na abertura do encontro de três dias de todos os integrantes do comitê, o presidente do COI, Jacques Rogge, disse que embora nenhuma organização seja perfeita, ele confia nos integrantes do órgão, e o próprio COI também merece confiança. |
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