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Ministro italiano lança alerta sobre imigrantes ilegais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um representante do governo da Itália afirmou nesta quarta-feira que até dois milhões de imigrantes africanos e asiáticos estão buscando na Líbia uma forma de chegar ilegalmente para a Europa. Falando ao Parlamento do país, o ministro do Interior, Giuseppe Pisanu, disse também que há centenas de grupos criminosos dispostos a transportá-los pelo Mar Mediterrâneo. Os contrabandistas de pessoas cobrariam entre US$ 1,5 mil e US$ 2 mil por pessoa pelo serviço, afirmou Pisanu – que ressaltou que a Itália, com sua extensa costa, é um dos mais países europeus mais vulneráveis ao crime. O Ministro também disse que os contrabandistas de pessoas podem ter neste ano um lucro de bilhões de dólares com o transporte dos ilegais. Medidas duras O ministro foi ao Parlamento falar sobre a expulsão de um grupo de 37 cidadãos de Gana e da Nigéria que chegaram à Sicília buscando asilo político em meados deste mês. Os imigrantes alegaram falsamente que eram refugiados sudaneses da região de Darfur e que viajaram à Itália fugindo da crise humana no local. Há dois anos, a Itália endureceu sua postura em relação a pessoas que chegam ilegalmente ao país, tornando mais rigorosa sua legislação de imigração em vigor. Algumas partes dessa legislação, relativas às expulsões, foram declaradas inválidas pelo tribunal constitucional italiano. O governo resolveu posteriormente fechar as brechas que existiam na lei, embora mantendo a porta aberta para pessoas com necessidade genuína de asilo político. |
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