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Bush teria plano para adiar eleição se EUA sofrer ataque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do presidente americano, George W. Bush, estaria avaliando a possibilidade de adiar as eleições presidenciais se houver um ataque terrorista, segundo notícias veiculadas pela mídia americana. A Casa Branca não confirma e nem nega a notícia que sugere que o Congresso poderia ser chamado a aprovar poderes especiais à comissão eleitoral. Não está claro em que instância seria adotada a decisão final, caso haja um ataque terrorista. No entanto, democratas no Congresso já começam a indicar sua oposição. A deputada Jane Harman, democrata e integrante do Comitê de Inteligência da Câmara de Representantes, disse que tal proposta seria "excessiva com base no que sabemos". 'Informação velha' Ela também criticou o alerta, feito na semana passada pelo secretário de Segurança Interna, Tom Ridge, de que o grupo Al-Qaida estava planejando interromper a eleição. Segundo a deputada, o alerta estava baseado em informações velhas. O medo não-declarado dos democratas é que a Casa Branca vá jogar com os nervos dos americanos na medida em que as eleições se aproximem, com a esperança de ganhar apoio de uma nação temerosa de qualquer mudança. É uma estratégia difícil para uma reação dos democratas. Se eles parecerem complacentes e os terroristas atacarem, serão destruídos politicamente. |
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