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Atualizado às: 26 de julho, 2008 - 01h04 GMT (22h04 Brasília)
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McCain pede à China libertação de tibetanos
Dalai Lama e John McCain
Dalai Lama e John McCain se encontraram em Aspen, no Colorado
O virtual candidato republicano às eleições presidenciais nos Estados Unidos, John McCain, pediu à China que liberte prisioneiros tibetanos e atente para as preocupações com o seu desempenho em relação aos direitos humanos.

A declaração foi feita nesta sexta-feira, depois de um encontro com o líder espiritual do Tibete, o Dalai Lama, em Aspen, no Estado americano do Colorado.

Os Jogos Olímpicos de verão, que começam no mês que vem em Pequim, seriam uma boa oportunidade para que o governo chinês demonstre seu respeito aos direitos humanos, disse McCain, segundo a agência de notícias EFE.

"Peço ao governo chinês que ponha em liberdade os presos políticos tibetanos, dê conta dos que 'desapareceram' desde os protestos de março e entre em um diálogo significatio sobre uma genuína autonomia para o Tibete", disse McCain.

A inquietação no Tibete teve início no dia 10 de março, aniversário de um levante histórico dos tibetanos contra a dominação chinesa.

Inicialmente, monges budistas promoveram passeatas pacíficas na capital, Lhasa, que se tornaram violentas e se espalharam para outras províncias onde há chineses de etnia tibetana.

O governo da China afirma que pelo menos 19 pessoas morreram, mas o governo do Tibete no exílio afirma que a repressão das forças de segurança chinesas resultou em dezenas de mortes. Foram os piores confrontos dos últimos 20 anos.

Iraque

Antes do encontro com o líder tibetano, McCain falou nesta sexta-feira sobre a situação no Iraque.

Segundo McCain, a política de seu possível rival na corrida pela Casa Branca, o virtual candidato democrata, Barak Obama, em relação à guerra do Iraque, mostrou que ele não está pronto para ser comandante em chefe (das Forças Armadas dos Estados Unidos, cargo acumulado pelo presidente americano).

Em discurso a militares veteranos de origem hispânica, McCain afirmou que se Obama tivesse tido sucesso em sua tentativa de impedir o aumento do número de soldados americanos no Iraque, a coalizão (liderada pelos Estados Unidos) poderia ter sido derrotada.

Obama disse que, se eleito, promoverá a retirada de tropas de combate dos Estados Unidos do Iraque dentro de 16 meses.

McCain é contrário ao estabelecimento de um cronograma, dizendo que os soldados americanos devem permanecer no Iraque até que haja segurança no país.

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