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Bush reconhece 'momento difícil' na economia dos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, reconheceu nesta sexta-feira em Washington que a economia americana passa por dificuldades, mas defendeu a atuação do governo diante dos problemas. "Sei que este é um momento difícil para nossa economia", afirmou. "Mas reconhecemos o problema e fornecemos à economia o impulso necessário." O presidente americano defendeu o pacote de mais de US$ 150 bilhões anunciado no ano passado com o objetivo de estimular a economia do país e afastar o risco de uma recessão. O plano estabelece restituições de impostos que variam de US$ 300 a US$ 1,2 mil para a maioria dos contribuintes. Famílias com dois filhos poderão ganhar até US$ 1,8 mil. Além disso, o pacote prevê o pagamento de US$ 300 para pessoas de baixa renda que são isentas do imposto de renda. "Vamos começar a ver o impacto nos próximos meses e, no longo prazo, podemos ter certeza de que, enquanto seguirmos políticas a favor do crescimento, com baixos impostos, nossa economia vai prosperar", afirmou o presidente americano. Desaceleração Bush afirmou que "está claro" que a economia americana "desacelerou" e comentou os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. Os números indicam que 63 mil postos de trabalho foram cortados no país no mês de fevereiro. "Perder o emprego é doloroso e sei que os americanos estão preocupados com nossa economia", disse. A redução nos empregos americanos é a maior perda mensal de postos de trabalho em cinco anos. De acordo com os dados do governo, os setores mais afetados pelos cortes foram a construção, a indústria e o comércio varejista. A queda registrada em fevereiro segue a tendência do mês de janeiro, quando 17 mil postos de trabalho foram fechados, na maior perda no setor de empregos desde agosto de 2003. Cuba Nesta sexta-feira, Bush se reuniu com familiares de ativistas cubanos presos e declarou que a mudança na liderança de Cuba, após a renúncia de Fidel Castro, não é o bastante para que os Estados Unidos mudem sua política em relação ao país. "Até agora, tudo o que Cuba fez foi substituir um ditador por outro", afirmou. "E seu antigo líder ainda está influenciando os eventos nos bastidores." De acordo com Bush, a relação entre os dois países só vai melhorar se o governo cubano abrir caminho para eleições livres e justas, libertar todos os prisioneiros políticos e respeitar os direitos humanos. "Para melhorar as relações, o que precisa mudar não são os Estados Unidos, o que precisa mudar é Cuba", disse o presidente americano. "O governo de Cuba precisa iniciar um processo de mudança democrática pacífica." | NOTÍCIAS RELACIONADAS EUA têm maior corte de postos de trabalho em 5 anos07 março, 2008 | BBC Report Para Bird, América Latina 'está mais preparada para crise global' 03 março, 2008 | BBC Report Bush vê sinais 'preocupantes' na economia dos EUA01 fevereiro, 2008 | BBC Report Expansão do PIB dos EUA é a menor em cinco anos30 janeiro, 2008 | BBC Report Câmara aprova pacote econômico proposto por Bush30 janeiro, 2008 | BBC Report FMI prevê crescimento global menor em 200829 janeiro, 2008 | BBC Report Bush pede confiança na economia dos EUA apesar de período de incerteza29 janeiro, 2008 | BBC Report Bolsas voltam a cair nos EUA após corte dos juros23 janeiro, 2008 | BBC Report LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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