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Putin diz que não permitirá interferência estrangeira na Rússia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse a embaixadores estrangeiros que o governo russo não vai permitir que a interferência externa atrapalhe o desenvolvimento do país. A quatro dias das eleições parlamentares do país, Putin afirmou nesta quarta-feira que fez todo o possível para proteger a Rússia de perturbações internas e que não vai deixar que "o processo seja mudado a partir de fora". O presidente russo fez as declaração durante um pronunciamento transmitido ao vivo pela televisão. Esta não é a primeira vez que o governo acusa a oposição russa de aceitar ajuda estrangeira. Na segunda-feira, Putin acusou os Estados Unidos de pressionar observadores de países ocidentais a boicotar as eleições da Rússia. O objetivo seria desacreditar a votação de 2 de dezembro. Observadores A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), um órgão internacional que fiscaliza eleições, anunciou no começo de novembro que não iria mais enviar observadores ao pleito parlamentar. Segundo a OSCE, o motivo era a falta de assistência da Rússia porque o governo russo não havia fornecido vistos para seus funcionários. Dias depois, a organização suspendeu sua decisão e afirmou que enviaria uma delegação de monitores europeus para a votação. O presidente russo afirma que a primeira decisão da OSCE foi inspirada pelos Estados Unidos. |
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