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Justiça chilena retira acusações contra família de Pinochet | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um tribunal de apelações do Chile derrubou nesta sexta-feira as acusações de corrupção contra a família do falecido general Augusto Pinochet, ex-presidente do país. A viúva e os cinco filhos do casal haviam sido presos no início de outubro, acusados de enviar ilegalmente dinheiro público para contas bancárias no exterior. Eles foram soltos dois dias depois, com direito a liberdade provisória. Segundo a imprensa chilena, o tribunal aceitou o argumento de que os familiares do general não poderiam responder por essas acusações porque não eram funcionários do governo. O presidente do tribunal, Juan Eduardo Fuentes, anunciou ainda que foram suspensas as acusações contra dez antigos assessores e aliados do general. Pinochet morreu em dezembro de 2006, aos 91 anos, antes que pudesse ser julgado. Ele era investigado por evasão de impostos, fraude e enriquecimento ilícito, além de violação dos direitos humanos. Apesar da morte, as investigações continuaram. O general governou o Chile de 1973 a 1990. Acredita-se que mais de 3 mil pessoas foram mortas ou desapareceram neste período. |
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