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Premiê iraquiano rebate crítica de senadores dos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki rebateu neste domingo as críticas que recebeu de políticos americanos que pediram sua retirada do poder. Mencionando os senadores democratas Hillary Clinton e Carl Levin, al-Maliki disse que estão agindo como se o Iraque fosse “propriedade deles”. Os senadores, segundo o premiê, deveriam “cair em si” e “respeitar a democracia”. “Líderes como Hillary Clinton e Carl Levin não viveram em suas carreiras políticas o tipo de diferenças que temos no Iraque”, disse al-Maliki em uma entrevista coletiva em Bagdá. “Quando dão seus julgamentos eles não têm conhecimento do que reconciliação significa.” Críticas No começo do mês, Clinton e Levin disseram que os políticos iraquianos deveriam escolher outra pessoa para liderar a coalizão que governo o Iraque e buscar uma reconciliação nacional mais rapidamente. Analistas dizem que al-Maliki está lutando para manter seu governo e neste final de semana realizou conversas com outros líderes políticos do país. Após o encontro, ele indicou que o Partido Islâmico do Iraque, do vice-presidente sunita Tariq al-Hashemi poderá unir forças com os quatro partidos xiitas e curdos que recentemente criaram uma aliança moderada. A retirada quase total dos árabes sunitas do governo está no centro das dificuldades de al-Maliki, segundo correspondentes. Mas um importante membro do partido, Omar Abdull Sattar, disse à BBC que o premiê não tem o direito de falar em nome do grupo e que não há planos de se juntar à nova aliança. Relatório As declarações vêm antes da divulgação do relatório do comandante americano no Iraque, general David Petraeus, sobre o progresso desde o envio de tropas adicionais ao país. Os 30 mil soldados foram mandados para ajudar a acalmar a situação e permitir que o governo iraquiano avançasse no campo político. Mas o correspondente da BBC em Bagdá, Mike Wooldridge, ao contrário de fazer progressos, o governo de al-Maliki está visivelmente entrando em colapso. O premiê iraquiano disse que um relatório negativo não fará com que mude de rumo, mas que espera que o general “apóie seu governo”. |
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