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Musharraf rejeita emergência no Paquistão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente do Paquistão, o general Pervez Musharraf, rejeitou a possibilidade de decretação de um estado de emergência no país. Um porta-voz do presidente disse que houve pressão para que Musharraf declarasse estado de emergência, mas o presidente decidiu não decretar, pois "está comprometido com a democracia". Segundo informações anteriores, a questão estava sendo discutida devido a ameaças internas e externas ao país. "Nenhum estado de emergência está sendo imposto no Paquistão", disse o Ministro para Informação, Mohammad Ali Durrani, à televisão paquistanesa. "Havia pressão exercida no presidente para impor a emergência devido à situação no país, mas ele está comprometido com a democracia e não vai tomar tal atitude", afirmou. "Ele estava sendo mal aconselhado por algumas pessoas. Ele decidiu contra a declaração do estado de emergência. As eleições são a prioridade do presidente", acrescentou Durrani. Oposição e imprensa afirmaram que as sugestões de decretação de estado de emergência estavam relacionadas ao desejo de Musharraf pela reeleição, para outro mandato como presidente e comandante do Exército, segundo a correspondente da BBC em Islamabad Barbara Plett. Interno e externo O vice-ministro de Informação, Tariq Azeem, disse que o estado de emergência estava sendo discutido devido às ameaças externas e internas ao país: as ameaças dos Estados Unidos de lançar uma operação nas áreas tribais do Paquistão e os recentes ataques a chineses no país são alguns dos fatores levados em conta. "Além disso, a situação na fronteira e os atentados suicidas também são motivo de preocupação", afirmou. O governo de Musharraf vem enfrentando problemas políticos e de segurança. O recente confronto entre forças de segurança e estudantes islâmicos em uma mesquita na capital, Islamabad, além dos protestos provocados pela demissão do presidente Suprema Corte do país agravaram a situação. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Obama diz que atacaria Al-Qaeda sem aval do Paquistão01 agosto, 2007 | BBC Report Paquistão abre investigação sobre ataque à Mesquita Vermelha28 de julho, 2007 | Notícias Explosão na Mesquita Vermelha mata 13 no Paquistão27 de julho, 2007 | Notícias Juiz afastado por Musharraf recupera cargo no Paquistão20 julho, 2007 | BBC Report Atentado em comício mata 15 no Paquistão17 de julho, 2007 | Notícias Ataque suicida mata 24 soldados no Paquistão14 de julho, 2007 | Notícias Presidente do Paquistão diz que vai 'eliminar terror'12 de julho, 2007 | Notícias Paquistão diz ter achado 73 corpos em mesquita11 de julho, 2007 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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