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Atualizado às: 17 de julho, 2007 - 16h19 GMT (13h19 Brasília)
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Atiradores matam 29 pessoas em província do Iraque
Soldados americanos treinam iraquianos na província de Diyala
Soldados americanos treinam iraquianos na província de Diyala
Atiradores com uniformes militares mataram 29 pessoas em um vilarejo na província iraquiana de Diyala, ao norte da capital Bagdá, segundo informações de autoridades de segurança.

Um porta-voz da polícia disse que um grande grupo de atiradores cercou o vilarejo de Duwailiya e matou homens, mulheres e crianças.

O coronel Raghib Rawi, porta-voz da polícia iraquiana, afirmou que militantes da Al-Qaeda que combateram forças iraquianas e americanas na província são os responsáveis pelas mortes. Rawi disse que as vítimas eram membros de uma tribo xiita.

O incidente ocorre um dia depois de 85 pessoas terem sido mortas em um ataque com um caminhão-bomba na cidade de Kirkuk, no norte do Iraque.

Funeral em Kirkuk

Em Bagdá, pelo menos dez pessoas, incluindo quatro soldados, foram mortas em um ataque suicida com um carro-bomba que tinha como alvo um comboio do Exército iraquiano que passava pelo bairro de Zayouna.

Outro carro-bomba explodiu perto da embaixada iraniana no centro de Bagdá e deixou quatro mortos.

Os ataques coincidiram com a realização dos funerais para as vítimas do ataque com caminhão-bomba em Kirkuk.

Cerca de 30 mil novos soldados americanos foram enviados ao Iraque em um esforço para estabelecer a segurança em Bagdá e áreas próximas, incluindo Baquba, a principal cidade da província de Diyala.

Autoridades americanas e iraquianas afirmam que os insurgentes estão fugindo da operação de segurança na capital e lançando ataques no norte do Iraque.

Fim do boicote

Em meio aos novos incidentes, o bloco político aliado ao clérigo xiita Moqtada Sadr encerrou seu boicote ao Parlamento iraquiano.

Os 30 legisladores haviam se retirado do Parlamento depois que um importante templo xiita em Samarra foi atacado com bombas por duas vezes no mês passado.

O chefe do bloco xiita, Nassar Rubaie, disse nesta terça-feira que eles estão retornando ao Parlamento porque as exigências feitas para a reconstrução do templo foram aceitas.

Os membros do bloco aliado a Moqtada Sadr não vão voltar ao governo iraquiano, mas a sua presença no Parlamento pode acelerar o processo de aprovação de leis importantes, segundo o correspondente da BBC em Bagdá, Mike Sergenat.

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