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Síria nega ligação com morte de político libanês | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Síria condenou nesta quinta-feira o assassinato do político libanês Walid Eido, conhecido por suas posições contrárias aos sírios, em um atentado a bomba na capital libanesa, Beirute, na quarta-feira. Os sírios negam ter participado do atentado e afirmam que as alegações de que a Síria seria responsável pela morte de Eido fazem parte de uma campanha de difamação. Na parte da manhã, milhares de simpatizantes do governo libanês, alinhado com as potências ocidentais, acompanharam a comitiva fúnebre do político morto pelas ruas da capital. Os manifestantes também gritaram o nome de Rafik Hariri, o ex-primeiro ministro libanês cujo assassinato, há dois anos, deu início a uma série de mortes de políticos anti-Síria. O Líbano declarou luto oficial em homenagem à morte de Eido e de outras nove pessoas, atingidas por uma bomba no bairro de Manara. Desde 2005, seis políticos anti-Síria já foram assassinados no Líbano. A Casa Branca divulgou nota oficial em que afirma existir "um claro padrão de assassinatos" de pessoas que se opõem à interferência síria na política libanesa. |
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