|
Blair diz que fará anúncio definitivo na semana que vem | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair, disse em um programa matinal de televisão, nesta terça-feira, que anunciará uma "posição mais clara" sobre os seus planos de renúncia. "Vou tornar a minha posição mais clara na semana que vem. Vou dizer algo definitivo", afirmou o premiê, que nesta quarta-feira completa dez anos no cargo. Blair já havia comentado que deixaria o cargo em setembro, mas há especulações de que renunciaria mais cedo – talvez antes ou depois das eleições locais a serem realizadas nesta quinta-feira. Nas edições de segunda-feira, os jornais britânicos especularam que o primeiro-ministro britânico deverá deixar o cargo por volta do dia 10 de maio após as eleições regionais na Inglaterra, País de Gales e Escócia. "Blair, que disse aos seus aliados esperar um severo revés nas urnas, vai dar o seu apoio a (Gordon) Brown (atual ministro da Economia) após 10 de maio quando o primeiro-ministro anunciar que está renunciado", diz o texto do The Independent. Os jornais noticiaram que os ministros do gabinete de Blair prometeram colaborar para que seja uma "transição suave". Fratura "John Reid, ministro do Interior, indicou que não pretende mais desafiar Brown pela liderança do Partido Trabalhista, dizendo que 'não haverá uma fratura' no topo do partido", diz o Financial Times. "Tessa Jowell, ministra da Cultura, e Patricia Hewitt, ministra da Saúde, – ambas aliadas de Blair – previram que o primeiro-ministro vai apoiar Brown para a liderança quando finalmente anunciar sua partida", publica o The Daily Telegraph que descreve as declarações dos ministros como uma "operação coordenada". Estaria descartada, portanto, uma disputa entre os trabalhistas "Blairities" e "Brownites", como são chamados os aliados de Blair e Brown pela imprensa britânica. "Pela primeira vez em um longo tempo, o Nº 10 (residência de Blair), o Nº 11 (residência de Brown) e o Partido Trabalhista têm trabalhado juntos", escreve a colunista Jackie Ashley, do The Guardian. "Ao invés de mandar os ultra-Blaitities aos estúdios de televisão para desestabilizar Brown, o Nº 10 pediu que haja uma frente unida na semana que vem." |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Blair nega acordo com Irã para libertar militares05 abril, 2007 | BBC Report Blair lamenta papel da Grã-Bretanha em tráfico negreiro25 março, 2007 | BBC Report Blair diz que teria ido à Guerra das Malvinas como Thatcher23 março, 2007 | BBC Report LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||