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Wolfowitz diz que não pretende renunciar | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um comitê de ministros que integram o Banco Mundial divulgou um comunicado neste domingo expressando "grande preocupação" em relação ao escândalo envolvendo o presidente do banco, Paul Wolfowitz. No comunicado, os ministros afirmaram apoiar a decisão da diretoria do banco de investigar as alegações de que Wolfowitz teria ajudado sua namorada a ser promovida dentro do banco e a receber um grande aumento de salário, mas não pediram diretamente a renúncia do presidente. Os ministros afirmaram que esperam que o Bird mantenha um alto padrão de administração interna. O comunicado foi divulgado depois de um encontro realizado neste domingo em Washington. Wolfowitz tem estado sob pressão para renunciar depois de ter admitido envolvimento na promoção da namorada. Mas em uma entrevista à imprensa, ele indicou que não tem planos de deixar o cargo. "Este é um trabalho importante e eu pretendo continuar a fazê-lo", disse. Wolfowitz afirmou que iria esperar até que a diretoria do banco analisasse a questão. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Mantega questiona condições morais de Wolfowitz no Bird13 abril, 2007 | BBC Report Wolfowitz pede desculpas por promover namorada 12 abril, 2007 | BBC Report | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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