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Morte de civis no Iraque 'sobe 13% em março' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As últimas estimativas de civis mortos pela violência no Iraque em março, divulgadas neste domingo, apontam um crescimento de 13% em comparação com o mês anterior, mesmo com o início da operação de reforço da segurança planejada pelos Estados Unidos. O número de mortos foi alcançado a partir de levantamentos de três ministérios iraquianos e indica que 1.861 civis perderam a vida no Iraque em março, em comparação com 1.645 em fevereiro. Os últimos números do governo iraquiano também informam que 165 policiais e 44 soldados do Iraque morreram em março. Mais de 80 soldados americanos perderam as vidas no mesmo período. De acordo com o ministério da Saúde, o número de civis mortos entre janeiro e dezembro ultrapassou os 1,9 mil por mês. O correspondente da BBC em Bagdá Jonathan Charles disse que os insurgentes parecem ter mudado a sua estratégia de ataques na capital do país, Bagdá, para driblar as recém-impostas medidas de segurança. Bagdá A informação seria reforçada por estimativas de diplomatas americanos apontam uma queda de 25% nos níveis de violência na capital. Neste domingo, dois caminhões-bomba explodiram na cidade de Mosul, no norte do Iraque, ferindo 15 pessoas, de acordo com a agência de notícais Reuters. As novas medidas de segurança entraram em vigor há seis semanas e têm como objetivo reduzir significativamente a violência religiosa em Bagdá – uma questão vista como crucial para a estabilização do país. Embora a maior parte da violência no Iraque tenha sido registrada fora de Bagdá, a capital também foi alvo freqüente de grandes ataques. A cidade de Talafar, no norte do país, foi o principal foco de violência na semana passada. A explosão de um caminhão-bomba matou pelo menos 83 pessoas. Em seguida, ataques aparentemente de vingança contra sunitas mataram outros 45. O comando militar americano já esperava uma mudança de tática, e os últimos dados dos ministros do Interior, da Defesa e da Saúde parecem confirmar isso, segundo informações do correspondente da BBC na capital iraquiana. |
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