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Blair diz que detenção de militares no Irã é 'injustificada' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair, definiu como "injustificada e errada" a detenção de 15 marinheiros e fuzileiros navais britânicos pelo Irã. "Simplesmente não é verdade que eles entraram em águas territorias iranianas e eu espero que o governo iraniano entenda quão fundamental uma questão como esta é para nós", disse Blair neste domingo, em Berlim. O premiê referia-se às acusações do governo de Teerã de que o grupo de oito marinheiros e sete fuzileiros, incluindo uma mulher, teria sido capturado após entrar ilegalmente nas águas territoriais do país. Segundo o general Ali Reza Afshar, principal autoridade militar do Irã, os militares teriam inclusive admitido a invasão. A Grã-Bretanha exige a libertação imediata dos militares. Segundo o governo britânico, o grupo, que faz parte da tripulação do navio HMS Cornwall, estava realizando uma operação de rotina em águas iraquianas para conter o contrabando de armas e militantes para o país. O Irã até agora não revelou onde estão os militares e o que vai acontecer com eles, limitando-se a informar apenas que eles foram levados para Teerã para explicar a "agressão". Estudantes alinhados com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, defendem que os marinheiros e fuzileiros sejam levados a julgamento no Irã. Negociações Os homens foram levados por militares iranianos armados na manhã de sexta-feira depois de interceptarem e inspecionarem um barco no Golfo, na costa do Iraque. "O grupo tinha efetuado uma inspeção bem sucedida em um navio mercante quando eles e seus dois barcos foram cercados e levados por navios para as águas territoriais iranianas", informou o Ministério da Defesa. Em 2004, o Irã deteve oito militares britânicos por três dias depois de alegar que os homens invadiram a fronteira marítima do país. Na ocasião, Os militares foram mostrados com os olhos vendados e forçados a pedir desculpas na televisão iraniana antes de serem libertados. |
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