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ONU chega a acordo sobre novas sanções contra o Irã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Representantes dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e da Alemanha chegaram nesta quarta-feira a um acordo informal sobre novas sanções contra o Irã, diante da recusa do país em suspender seu programa de enriquecimento de urânio. Segundo os embaixadores dos Estados Unidos, Alejandro Wolff, e da Rússia, Vitaly Churkin, na ONU, o texto da proposta de resolução será agora examinado para posterior aprovação nas capitais dos seis países. Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança são Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e China. O texto deve ser apresentado aos outros membros do Conselho de Segurança ainda nesta quinta-feira, para ser votado na próxima semana. Restrições As novas sanções deverão incluir restrições de viagens para funcionários do programa nuclear iraniano e restrições ao comércio de armas entre o Irã e outros países. Também está previsto o congelamento de bens de altos funcionários e empresas ligadas ao programa nuclear iraniano. Segundo diplomatas, a nova resolução pediria ainda que os governos não assumam novos compromissos de ajuda financeira ou empréstimos ao Irã. O Irã insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos. No entanto, os Estados Unidos e outros países ocidentais suspeitam que o governo de Teerã esteja planejando fabricar uma bomba nuclear. O Conselho de Segurança já havia estabelecido sanções contra o Irã em dezembro de 2006, determinando um prazo de 60 dias para que o país abandonasse seu programa nuclear. Mas um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica divulgado no mês passado disse que o governo iraniano está expandindo o programa. O embaixador da África do Sul na ONU, Dumisani Kumalo, afirmou que os 10 membros não-permanentes do Conselho de Segurança, deixados de fora das discussões até agora, vão querer participar do debate. |
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