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Políticos e jornais aumentam pressão sobre Ahmadinejad | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Políticos reformistas e jornais do Irã aumentaram as críticas ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmando que a tensão entre o Irã e a ONU, devido ao programa nuclear iraniano, pode prejudicar a economia. Um ex-ministro do Exterior iraniano, Ibrahim Yazdi, afirmou que o programa de enriquecimento de urânio não é de interesse nacional, pois mais sanções da ONU podem ameaçar as exportações de petróleo do país. Jornais reformistas iranianos criticaram a recente comparação de Ahmadinejad, que afirmou que a política nuclear do Irã é como um trem que não pode ser parado. Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a Alemanha estão reunidos em Londres para discutir formas de convencer o Irã a abandonar seu programa nuclear. O encontro acontece depois que a agência nuclear da ONU confirmou que o governo iraniano ignorou o prazo, esgotado na semana passada, para suspender o seu enriquecimento de urânio. Rice A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse no domingo que os Estados Unidos participariam de conversas diretas com o Irã se o país suspendesse seu programa nuclear. Se isso não acontecer, o governo americano defende que a ONU aprove a adoção de mais sanções retaliatórias que afetem a economia iraniana. Entre as medidas que devem ser discutidas estão restrições ao comércio com o Irã e a proibição de viagens de indivíduos ligados ao programa nuclear do país. Mas segundo o analista da BBC Jonathan Marcus, a Rússia e a China, membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, devem se opor a qualquer medida mais rígida. Os Estados Unidos disseram, no entanto, que estão otimistas de que os representantes dos seis países reunidos em Londres conseguirão chegar a um acordo. O Irã diz que seu programa nuclear tem fins pacíficos. |
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