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Com segurança reforçada, Equador reabre Congresso | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Sob um esquema de segurança que envolveu mais de mil policiais, o Congresso do Equador retomou suas atividades nesta terça-feira depois de duas semanas de paralisação, com a posse de 21 suplentes de deputados destituídos. Os suplentes eram necessários para quórum, já que 57 deputados de um total de cem foram afastados pelo Tribunal Supremo Eleitoral, supostamente por haverem interferido no processo para a Assembléia Constituinte. O processo, promovido pelo presidente Rafael Correa, prevê um referendo no próximo dia 15 de abril que vai definir a instalação ou não da Constituinte. A polícia foi enviada ao local para impedir que os deputados da oposição afastados comparecessem à sessão desta terça. Correa disse que reformas constitucionais são necessárias para enfraquecer o poder da rica elite do país. Recentes pesquisas de opinião indicam que mais de 70% dos eleitores no Equador são favoráveis à iniciativa. |
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