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Rússia pressiona pelo fim do embargo a palestinos, diz chanceler | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, disse nesta terça-feira em Moscou que seu país está pressionando outros países a apoiar o fim do embargo internacional imposto ao governo palestino há um ano. Lavrov afirmou que a Rússia apóia o novo governo de união palestino – que surgiu de um acordo entre o Hamas e o movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas. “(Os participantes do encontro em Meca, em que ficou acertado o governo de união palestino) mostraram sabedoria, razão e responsabilidade perante o povo palestino. Nós estamos pressionando todos os membros da comunidade internacional a apoiar esse processo e fazê-lo irreversível, incluindo os esforços para levantar o bloqueio ao território palestino”, disse Lavrov. O embargo foi imposto em 2006 depois da vitória do Hamas nas eleições palestinas, devido ao fato de o grupo se recusar a reconhecer Israel e a renunciar à violência. A Rússia é um membro do chamado Quarteto (junto com União Européia, Estados Unidos e ONU), o grupo de mediadores nas questões do Oriente Médio. Viagem O ministro do Exterior russo fez as declarações antes da reunião com o líder político do Hamas, Khaled Meshaal, que está visitando Moscou. Segundo um correspondente da BBC, ao se reunir com um representante do Hamas, a Rússia se separou do resto do Quarteto. A viagem de Meshaal – que já passou pelo Egito e Irã e agora deve ir ao Sudão – ocorre ao mesmo tempo em que o presidente Abbas viaja por vários países europeus para pedir o fim do embargo imposto aos palestinos. Analistas dizem que as duas viagens podem ser vistas como uma competição entre Hamas e Fatah pela representação do povo palestino no exterior, mas Meshaal descartou esta teoria. "Nós não estamos competindo com ninguém. Nós dois (Meshaal e Abbas) estamos em comunicação constante, informando um ao outro sobre os progressos realizados para acabar com o embargo imposto aos palestinos", disse. |
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