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Para Rice, plano de segurança em Bagdá 'começou bem' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, afirmou neste sábado, durante visita surpresa a Bagdá, que a nova estratégia do governo iraquiano para combater a violência "começou bem". Antes de seguir viagem para Jerusalém, ela disse estar "muito impressionada" com a liderança do primeiro-ministro Nouri al-Maliki, mas, por outro lado, pediu que as operações de segurança em Bagdá sejam feitas "acima de sectarismos". De acordo com informações de um alto funcionário iraquiano à agência de notícias Associated Press, Rice teria dito ao primeiro-ministro que as operações iniciais pareciam se concentrar em áreas sunitas, sem agir nos redutos da insurgência xiita. Segundo o Exército iraquiano, a criminalidade na capital caiu 85% desde que novas medidas de segurança foram introduzidas na quarta-feira. Mas em Kirkuk, no norte do Iraque, no entanto, pelo menos dez pessoas morreram e 68 ficaram feridas nas explosões de dois carros-bomba. As bombas explodiram num mercado de uma área predominantemente curda de Kirkuk, um dos centros de produção de petróleo do país. Oposição nos EUA Rice também disse que havia ansiedade tanto no Iraque como nos Estados Unidos para que aparecessem sinais de progresso no país. "O povo americano quer ver resultados e não pode esperar para sempre", disse Rice a jornalistas, depois de se encontrar com Maliki e outras autoridades iraquianas. A secretária de Estado também reconheceu a oposição à guerra dentro dos Estados Unidos em encontro com diplomatas e militares americanos em Bagdá. A visita de Rice coincide com a ofensiva da oposição democrata americana de no Congresso contra os planos do presidente George W. Bush de enviar mais 21,5 mil soldados ao Iraque. Os democratas conseguiram fazer passar na Câmara dos Representantes na sexta-feira uma moção condenando os planos de Bush por 246 votos contra 182. Aprovada na sexta-feira, a moção contou com o apoio de 17 republicanos da Câmara. Neste sábado, o Partido Republicano, de Bush, conseguiu, no entanto, evitar a votação da mesma moção no Senado. Apesar de as duas medidas não serem obrigatórias para o governo, o presidente precisa do apoio do Legislativo para aprovar um fundo extra de US$ 93 bilhões para as tropas. |
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