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Atualizado às: 16 de janeiro, 2007 - 19h21 GMT (17h21 Brasília)
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Médico desmente jornal que diz que estado de Fidel é grave
O líder cubano Fidel Castro
TV cubana divulgou imagens de Fidel em outubro
O médico espanhol José Luis García Sabrido, que no ano passado examinou Fidel Castro, desmentiu nesta terça-feira um artigo do jornal espanhol El Pais que diz que o líder cubano está em estado grave depois de três cirurgias malsucedidas.

Segundo García Sabrido, a reportagem do El Pais, divulgada nesta terça-feira, não tem fundamento.

O médico, que é diretor cirúrgico do melhor hospital de Madri, o Centro Gregorio Marañón, viajou a Cuba em dezembro para ajudar a tratar Fidel após a cirurgia que o líder sofreu no estômago.

Segundo reportagem do jornal, Fidel, de 80 anos, sofre de uma grave infecção intestinal.

A reportagem cita fontes médicas do hospital onde García Sabrido trabalha.

Em Havana, não houve qualquer indicação pública de deterioração do estado de saúde do líder cubano, segundo o correspondente da BBC na capital cubana.

Em julho, Fidel foi operado e entregou o controle do país temporariamente a seu irmão, Raúl.

Desde então, o líder cubano não foi mais visto em público, e não faltam especulações sobre a sua saúde.

Funcionários não-identificados do governo americano disseram à imprensa dos Estados Unidos que se trata de câncer, possivelmente em estágio terminal.

Recuperação

Embora o estado de saúde de Fidel permaneça um segredo de Estado, autoridades do governo cubano têm repetido que o líder da Revolução de 1959 não sofre de nenhuma doença terminal e está se recuperando.

Em sua tradicional mensagem de Ano Novo, no final de dezembro, Fidel disse que estava se recuperando lentamente e agradeceu ao povo cubano pela coragem demonstrada durante sua recuperação.

"A respeito de minha recuperação, eu sempre disse que seria um longo processo, mas está longe de ser uma batalha perdida", afirmou.

"Eu não deixei de estar informado dos principais acontecimentos", disse Fidel. "Mantive conversas com nossos camaradas mais próximos sempre que foi necessária cooperação em questões vitais."

O escritor peruano Mario Vargas Llosa Vargas Llosa
Revolução Cubana não deve sobreviver a Fidel, diz escritor.
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