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Atualizado às: 09 de janeiro, 2007 - 20h59 GMT (18h59 Brasília)
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EUA criticam plano de Chávez e bolsa de Caracas despenca
Ex-funcionário da CANTV protesta contra Chávez
Anúncio de Hugo Chávez gerou protestos na Venezuela
O governo dos Estados Unidos manifestou grande preocupação com o plano do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de nacionalizar empresas privadas, sobretudo nos setores de eletricidade e telecomunicações. As ações da bolsa de valores de Caracas despencaram 18%.

Na segunda-feira, Chávez havia manifestado a intenção de nacionalizar setores estratégicos da economia do país.

O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, disse que a história mostrou que as nacionalizações não trouxeram benefícios aos cidadãos do país no passado.

McCormack acrescentou que os Estados Unidos esperam que a Venezuela mantenha suas obrigações contratuais.

"Se qualquer companhia americana for afetada, esperaremos que seja imediatamente e justamente recompensada", disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Gordon Johndroe.

Queda nas bolsas

As empresas americanas AES, de energia, e Verizon, de telecomunicações, possuem ações em empresas dos dois setores na Venezuela.

As ações da CANTV, citada como possível alvo de nacionalização do governo, caíram mais de 53% na bolsa de valores de Nova York nesta terça-feira.

A bolsa de valores de Caracas registrou quedas de 18%. As principais empresas atingidas foram as dos setores de energia e telecomunicações.

“A notícia (da nacionalização) nos pegou de surpresa, pois tínhamos a impressão que o presidente Chávez apoiava investimentos diretos externos”, disseram analistas do banco Bank of America, em uma nota conjunta.

O banco americano Merrill Lynch disse que a situação na Venezuela é "muito séria".

Presidente da Venezuela, Hugo ChávezNacionalização
Especialistas vêem começo de 'nova era' na Venezuela.
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