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Negociações com Coréia do Norte terminam 'sem acordo' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A reunião dos seis países que discutem o futuro do programa nuclear norte-coreano terminou sem que houvesse qualquer avanço, disseram diplomatas. Apesar dos cinco dias de negociações, as conversas foram interrompidas "sem resultados concretos", segundo declaração dada à agência de notícias russa Interfax. As negociações, em Pequim, envolveram os Estados Unidos, Coréia do Norte, China, Japão, Coréia do Sul e Rússia. O enviado chinês Wu Dawei divulgou um comunicado reafirmando um acordo fechado em 2005, em que a Coréia do Norte se compromete a se desarmar em troca de ajuda e garantias de segurança. Wu disse que os países se "reunirão na oportunidade mais próxima". Ameaças Na abertura da reunião, os norte-coreanos exigiram que sanções impostas pela ONU em outubro - após o país ter testado uma bomba nuclear - fossem suspensas. A Coréia do Norte advertiu que aumentaria seu arsenal nuclear se suas demandas não fossem atendidas. No decorrer da reunião, o Japão disse que as negociações tinham chegado a um impasse "lamentável". O enviado americano, Christopher Hill, disse estar "frustrado". Os seis países tinham voltado à mesa de negociações depois de uma interrupção de 13 meses. |
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