|
Israel vai investigar uso de bombas de fragmentação | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército de Israel confirmou que vai investigar a forma como foram usadas bombas de fragmentação durante o recente conflito com o Hezbollah no sul do Líbano. A decisão foi anunciada após denúncias contra diversas unidades que teriam usado o armamento, apesar da proibição imposta pelo chefe do Estado Maior de Israel, general Dan Halutz. Um oficial israelense disse recentemente à BBC que o uso de bombas de fragmentação foi “premeditado” no Líbano. Bombas de fragmentação são polêmicas porque espalham dezenas de explosivos menores ao atingirem o chão. Mais de 20 pessoas morreram no Líbano depois do conflito em função do armamento. Um milhão de bombas A organização não-governamental de direitos humanos Anistia Internacional afirma que 1 milhão de explosivos podem estar espalhados pelo sul do Líbano, ameaçando a vida de civis. Na semana passada, a Noruega lançou uma campanha com o objetivo de banir o uso das bombas de fragmentação. A iniciativa norueguesa surgiu depois de não ter havido consenso, durante uma conferência da ONU realizada na Suíça, para restringir o uso do armamento. Alguns países, como os Estados Unidos e a Rússia, são contra a proibição. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Noruega lança iniciativa para proibir bombas de fragmentação17 de novembro, 2006 | Notícias Annan pede a Israel mapa de locais atingidos no Líbano31 de agosto, 2006 | Notícias EUA investigam se Israel usou bombas de fragmentação26 de agosto, 2006 | Notícias Israel usou bomba de fragmentação no Líbano, diz ONU24 de agosto, 2006 | Notícias ONGs lançam campanha contra bombas de fragmentação13 de novembro, 2003 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||