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Polícia do Iraque é acusada de ignorar assassinatos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os militares americanos no Iraque afirmaram nesta quarta-feira que uma unidade da polícia iraquiana foi suspensa, acusada de cooperar com esquadrões da morte ao não agir contra assassinatos no país. O anúncio foi feito depois de dois seqüestros em massa realizados por esquadrões da morte no domingo e segunda-feira na capital, Bagdá. Cerca de 40 pessoas foram levadas em um frigorífico e em uma loja de computadores. Mais tarde algumas foram encontradas mortas. A unidade da polícia, que tem centenas de policiais, foi acusada de não tomar medidas enquanto os seqüestros ocorriam. Um porta-voz militar americano disse que a retirada da unidade de Bagdá para um novo treinamento vai melhorar a segurança na cidade. Líderes sunitas freqüentemente acusam a polícia de cooperar com os esquadrões ao ignorar os seqüestros. Bombas Ao menos 13 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas nesta quarta-feira em uma série de ataques com bomba em uma movimentada área comercial no sul de Bagdá. Segundo a polícia, houve ao menos três explosões, que causaram ainda danos a vários edifícios. A primeira explosão teria sido provocada por um carro-bomba, seguida de duas explosões de artefatos deixados na rua. Cerca de 75 pessoas ficaram feridas. Funcionários dos serviços de segurança disseram que o alvo dos ataques pode ter sido um comboio de veículos do Ministério da Indústria que estava presente no local. Porém o ministro da Indústria, Fawzi al-Hariri, disse à BBC que não estava no local no momento das explosões. Ministros e outros membros do governo são freqüentemente alvos de ataques a bomba e de atiradores no Iraque e precisam de reforço constante para garantir sua segurança. O local onde ocorreu a explosão é usado por comerciantes para vender equipamentos e peças de reposição para carros. Os corpos dos mortos podiam ser vistos espalhados pela rua e as dezenas de pessoas feridas esperavam a chegada das ambulâncias deitadas no chão. Uma mulher chorava sobre o corpo mutilado de seu filho, impedindo que ele fosse retirado pelas equipes de resgate, segundo a agência de notícias France Presse. |
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