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Paquistão planejou atentados de Mumbai, diz Índia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia indiana disse que o serviço secreto do Paquistão (ISI) ajudou duas organizações militantes a realizar os ataques a bomba em Mumbai que mataram 186 pessoas em julho. Os ataques teriam sido planejados pelo ISI e realizados pelos grupos militantes paquistaneses Lashkar-e-Toiba e Jaish-e-Mohammed, segundo o chefe da polícia de Mumbai, AN Roy, ao anunciar os resultados da investigação sobre os atentados. O Paquistão rejeitou a acusação e disse que a Índia não apresentou evidências de seu envolvimento nos ataques. "O caso das bombas de 11 de julho está resolvido", disse AN Roy em uma entrevista coletiva à imprensa. Roy disse que 15 pessoas foram presas, entre elas 11 paquistaneses. Tariq Azi, ministro da Informação do Paquistão, disse à agência de notícias Associated Press: "Nós rejeitamos essa alegação, e exigimos que a Índia nos apresente as evidências, se é que elas existem". Em 11 de julho deste ano, sete explosões coordenadas destruíram vários trens em estações espalhadas pela cidade. A Índia adiou negociações de paz com o Paquistão após os ataques mas disse que ainda está comprometida com o processo. |
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