BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 25 de setembro, 2006 - 21h45 GMT (18h45 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
Bush quer que empresas dos EUA ajudem o Líbano
George W. Bush
Governo Bush já prometeu US$ 250 milhões em assistência ao Líbano
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, indicou uma delegação de líderes empresariais para encontrar formas de reconstruir o Líbano depois do conflito entre Israel e combatentes do Hezbollah.

Desde o início das recentes hostilidades no Líbano o governo americano prometeu cerca de US$ 250 milhões em assistência ao país.

Bush designou um grupo de empresários que vão visitar Beirute e outras áreas afetadas para avaliar qual a melhor forma de ajudar na recuperação.

Os comentários de Bush foram feitos no momento em que a agência americana Overseas Private Investment Corporation e o banco particular Citigroup anunciaram que vão investir US$ 160 milhões no país.

Esta parceria público-privada vai oferecer o capital para pequenas e médias empresas libanesas.

"Missão"

"Nosso objetivo, nossa missão, é ajudar os cidadãos libaneses e os negócios libaneses não apenas na recuperação, mas também para que possam florescer, pois acreditamos no conceito de democracia no Líbano", disse Bush.

Os US$ 250 milhões já prometidos pelo governo americano incluem verbas para melhorar o Exército libanês, assistência emergencial para refugiados e dinheiro para ajudar no processo de reconstrução.

"Esta é uma missão muito importante de nosso país", afirmou Bush.

O presidente americano se reuniu com representantes das gigantes da área de computadores americanas, Cisco e Intel, e chefes da Occidental Petroleum Corp e da companhia de engenharia Ghafari.

O presidente e diretor-executivo da Cisco, John Chambers, disse que sua companhia prometeu US$ 10 milhões para um programa de empregos que vai ajudar jovens no sul do Líbano.

Uma conferência internacional de doadores na Suécia, em agosto, recebeu promessas de US$ 940 milhões em ajuda para o Líbano.

Objetivo político

A Casa Branca afirma que o objetivo é destacar a generosidade do povo americano, mas também existe um objetivo claramente político.

O governo Bush está preocupado com o papel de liderança assumido pelo Hezbollah nos esforços iniciais de reconstrução.

Para o governo americano estas medidas do Hezbollah podem minar o governo libanês, democraticamente eleito.

Esta delegação é parte de uma iniciativa dos Estados Unidos para conter a influência do Hezbollah e para responder ao criticismo generalizado, que afirma que os Estados Unidos não fizeram o bastante para proteger a vida de civis libaneses no conflito recente.

Mais de mil civis libaneses e um número desconhecido de milicianos do Hezbollah foram mortos no conflito.

Israel perdeu 116 soldados nos confrontos, e 43 civis israelenses foram mortos por ataques de mísseis do Hezbollah contra o norte do país.

A Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que entrou em vigor no dia 14 de agosto, estabeleceu um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah após 34 dias de confrontos.

Líbano
Reconstrução do país será desafio econômico.
O diplomata brasileiro João Clemente Baena SoaresInquérito
Brasileiro investigará possíveis abusos de Israel no Líbano.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
China vai enviar mais soldados ao Líbano
18 de setembro, 2006 | Notícias
Annan avalia progresso na retirada israelense
13 de setembro, 2006 | Notícias
Israel suspende bloqueio marítimo ao Líbano
08 de setembro, 2006 | Notícias
Israel suspende bloqueio aéreo ao Líbano
07 de setembro, 2006 | Notícias
Turquia aprova envio de soldados ao Líbano
05 de setembro, 2006 | Notícias
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade