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Bush lidera homenagens a vítimas do 11/9 em Nova York | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, participa nesta segunda-feira de cerimônias em Nova York, Washington e na Pensilvânia, para homenagear as cerca de 3 mil vítimas dos ataques ao país há exatamente cinco anos. Em Nova York, Bush deverá se encontrar com bombeiros envolvidos nas operações de resgate nas torres gêmeas do World Trade Center, destruídas no ataque. Ele visitará também o Pentágono, em Washington, e o local onde o último, dos quatro aviões seqüestrados nos ataques, o vôo 93 da United Airlines caiu, no Estado da Pensilvânia. Os eventos lembrando a data começaram no domingo, quando Bush viajou a Nova York e depositou uma coroa de flores no chamado Ponto Zero, o local onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center - alvos dos atentados na cidade. Depois de prestar a homenagem às vítimas dos ataques, o presidente participou de um culto em uma igreja próxima, em que falaram representantes das comunidades cristã, islâmica e judaica. Meio mastro As bandeiras serão hasteadas a meio mastro e os sinos de igrejas irão tocar em Nova York, às 8h46 (9h46, hora de Brasília), para marcar a hora em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte. Os parentes vão ler os nomes das vítimas. Também será marcado um minuto de silêncio no momento em que cada uma das duas torres foi atingida por avião e em que cada uma das estruturas de concreto, aço e vidro desabou. No aeroporto de Boston, de onde os aviões que atingiram as torres partiram, na manhã de 11 de setembro de 2001, também será feito um minuto de silêncio. À noite, Bush deverá fazer um pronunciamento à nação direto da Sala Oval, na Casa Branca - o mesmo local onde ele fez um discurso no dia dos ataques. Imagem Os eventos acontecem num momento em que Bush enfrenta mais críticas por sua conduta na chamada "guerra ao terror", à medida que se aproximam as eleições legislativas de novembro nos Estados Unidos. A popularidade de Bush aumentou há cinco anos, mas caiu com a guerra no Iraque e as críticas de sua condução de seu esforço contra grupos extremistas. Membros do Partido Democrata, de oposição, acusam o presidente de explorar os ataques de 11 de Setembro para obter dividendos políticos e dizem que o governo está investindo tanto esforço nas operações militares no Iraque que está descuidando de outras áreas importantes. No entanto, o vice-presidente, Dick Cheney, defendeu a conduta de Bush, afirmando que o fato de não terem ocorrido mais ataques extremistas em território americano desde o 11 de Setembro indica que o presidente está fazendo o que precisava fazer. Por sua vez, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que os Estados Unidos estão mais seguros hoje em dia do que antes dos ataques de 2001. "Eu acho que está claro que nós estamos mais seguros, mas ainda não estamos seguros", ela disse em uma entrevista à rede de TV Fox News. "Nós fizemos muito... nossos portos estão mais seguros, nós temos uma operação de compartilhamento de inteligência muito mais forte." |
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