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ONU aprova resolução que pede fim dos combates no Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou nesta sexta-feira por unanimidade uma resolução para acabar com o conflito no Líbano. A proposta foi endossada por unanimidade pelo gabinete libanês, e será avaliada por Israel neste domingo. A resolução pede o fim das hostilidades, e o envio do Exército libanês e de uma força das Nações Unidas de até 15 mil soldados para o sul do Líbano. As tropas seriam enviadas para a região no momento em que as forças israelenses se retirassem. A mílicia libanesa Hezbollah teria que recuar para o norte do rio Litani, no Líbano. Embora criticando trechos da resolução que considera "injustos", o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, disse que o grupo militante colaborará com o cessar-fogo, contanto que Israel também respeite a trégua no conflito no Líbano. O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert estaria pedindo ao seu gabinete que endosse o cessar-fogo. Assim que o debate sobre a resolução foi iniciado, em Nova York, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, expressou profundo desapontamento por ter levado tanto tempo para se chegar a este ponto. Annan disse que o atraso em agir abalou a confiança do mundo na autoridade e na organização da ONU. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que a resolução ajudará a abrir caminho para uma paz duradoura de que um Líbano novo e mais forte possa emergir. Rice afirmou que um cessar-fogo duradouro vai exigir uma mudança decisiva do status quo que gerou a guerra. Mais de mil libaneses, a maioria civis, morreram desde o início do conflito, de acordo com autoridades do Líbano. Mais de 120 israelenses, a maioria soldados, também foram mortos. |
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