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TV cubana chama pedido de Bush de 'delírio' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A mídia estatal cubana criticou nesta sexta-feira o pedido do presidente norte-americano George W. Bush por mudanças democráticas em Cuba. O canal de televisão do governo chamou as declarações de Bush de "epítome do delírio". Bush pediu mudanças em Cuba após o anúncio, na segunda-feira, de que o presidente cubano Fidel Castro se afastou do poder devido a problemas de saúde. Fidel, que tem 79 anos, passou temporariamente o poder para seu irmão Raul Castro. "A única forma de aplicar o plano de Bush para mudança de regime em Cuba é através da força, e isso não vai funcionar", disse, na televisão, o editor do jornal Juventud Rebelde, Rogelio Polanco. "Raul está firme no controle da nação e das Forças Armadas, que têm um histórico de combate e experiência internacional. Não se enganem", disse Polanco. O principal jornal estatal de Cuba também destacou que Raul está no comando do país. O diário publicou nesta sexta-feira uma foto de Raul quando jovem, aos 22 anos, sendo preso nos primeiros anos da Revolução Cubana. O jornal lembra atos heróicos de Raul. Sobre os comentários de Bush, o periódico diz que "transição não está no vocabulário dos cubanos". O correspondente da BBC em Havana diz que há rumores em Cuba de que Raul ainda não apareceu publicamente para dar tempo à população se acostumar com a idéia de uma mudança na liderança. Os Estados Unidos mantêm um embargo contra Cuba desde 1962. |
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