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Vice-presidente dos EUA é processado em caso da CIA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma ex-agente da CIA cuja identidade foi vazada para a imprensa entrou com um processo contra o vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney. Valerie Plame está processando Cheney, seu ex-assistente Lewis Libby e o conselheiro da presidência Karl Rove, afirmando que todos tentaram destruir sua carreira. O nome de Plame apareceu na imprensa em 2003 depois que seu marido criticou o governo do presidente George W. Bush pela ação no Iraque. Um porta-voz de Karl Rove, Mark Corallo, disse que as alegações são "absolutamente sem mérito". Uma porta-voz do vice-presidente, Lea Anne McBride, disse que Cheney não faria comentários, pois o assunto está "perante a Justiça". Libby foi acusado de falso testemunho e obstrução da justiça com envolvimento no vazamento da informação. Ele nega as acusações e renunciou ao cargo. Foi revelado em junho que Rove não poderia ser acusado pelo vazamento da informação. 'Punição' O nome de Plame apareceu em um artigo escrito pelo colunista Robert Novak uma semana depois que o marido de Plame, o ex-embaixador americano Joseph Wilson, ter dito no jornal The New York Times que o governo distorceu informações secretas para iniciar a guerra no Iraque. A CIA enviou Wilson ao Níger em 2002 para descobrir se o então presidente iraquiano Saddam Hussein estava tentando comprar urânio do país africano. Wilson relatou que a alegação não era verdadeira, mas ainda apareceu em um discurso de Bush feito em 2003. Plame e Wilson, que também entrou com um processo, acusam as três autoridades junto com outras dez pessoas de colocarem suas vidas e as vidas de seus filhos em perigo. O casal afirma que autoridades violaram sua privacidade e direitos constitucionais como uma "punição" pelos comentários de Wilson. O processo pede uma compensação ainda não divulgada. “Sem mesmo ter a chance de avaliar o processo, está claro que as alegações são absolutamente sem mérito", disse o porta-voz de Karl Rove, Mark Corallo. O jornalista Robert Novak não revelou o nome da fonte que contou a ele sobre a identidade de Plame. Na quarta-feira Novak disse que Rove confirmou que Plame era contratada da CIA quando foi perguntado. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Assessor de Bush não vai ser processado por vazamento13 de junho, 2006 | Notícias Reforma tira poder de assessor político de Bush19 de abril, 2006 | Notícias Bush autorizou 'vazamento de informação'06 de abril, 2006 | Notícias Aliado de Cheney será julgado após eleições nos EUA03 de fevereiro, 2006 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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