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Atualizado às: 13 de junho, 2006 - 15h43 GMT (12h43 Brasília)
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Assessor de Bush não vai ser processado por vazamento
Nome de agente da CIA foi divulgado na imprensa
Procuradores americanos disseram que não vão processar o assessor da Casa Branca, Karl Rove, por causa do vazamento da identidade de uma agente da CIA.

A informação foi dada pelo advogado de Rove, Robert Luskin, nesta terça-feira. Rove é um dos assessores mais próximos do presidente George W. Bush.

A decisão de não processar, tomada pelo Procurador especial, Patrick Fitzgerald, acaba com meses de especulação sobre o destino de Rove, considerado o arquiteto da reeleição de Bush em 2004.

Outro assessor, Lewis Libby, está sendo processado por perjúrio e obstrução da justiça. Ele pediu demissão do cargo.

Satisfação

Mark Corallo, porta-voz de Rove, disse que o assessor de Bush está "muito satisfeito".

O nome da agente do serviço secreto americano, Valerie Plame, apareceu na imprensa oito dias depois que o marido de Plame, o ex-embaixador Joseph Wilson, criticou o governo Bush por causa da invasão do Iraque.

Rove admitiu ante a um juri em abril que falou com o colunista Robert Novak e com um repórter da revista Time dias antes da divulgação pela imprensa do nome de Plame, em julho de 2003.

Rove só admitiu que conversou com Cooper depois que seu advogado descobriu um e-mail da Casa Branca se referindo ao assunto.

A investigação comandada por Fitzgerald tinha como objetivo descobrir se Rove mentiu ou relevou a identidade de Plame nas conversas.

Rove se explicou dizendo que tinha problemas de memória e se ofereceu para testemunhar frente ao grande juri depois que o e-mail foi descoberto. Ele prestou testemunho cinco vezes.

Ele também disse que quando conversou com Cooper sobre o fato de Plame trabalhar na CIA, estava apenas repetindo rumores não checados.

A identidade de agentes da CIA é considerada informação classificada e é crime nos Estados Unidos divulgar informações classificadas.

A investigação de Fitzgerald foi iniciada na corrida eleitoral de 2004 e a decisão de não indiciar Rove é uma boa notícia para os Rebublicanos.

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