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Tigres Tâmeis 'lamentam' morte de Rajiv Gandhi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os rebeldes do movimento Tigres Tâmeis, no Sri Lanka, disseram "lamentar" o assassinato, há 15 anos, do ex-primeiro-ministro da Índia, Rajiv Gandhi. Anton Balasingham, negociador-chefe dos rebeldes, afirmou que a morte de Gandhi, por um atentado a bomba suicida, foi uma "tragédia monumental". Ele pediu ao povo da Índia que seja generoso e deixe o passado para trás. Correspondentes afirmam que esta declaração foi o mais perto que os rebeldes chegaram a admitir responsabilidade pelo assassinato. Segundo o correspondente da BBC, Ethirajan Anbarasan, a declaração dos rebeldes pode estar ligada ao seu crescente isolamento internacional. Anbarasan afirma que os rebeldes sentem que necessitam de algum tipo de apoio da Índia que, no passado, chegou a armá-los. Em declarações na emissora de televisão da Índia NDTV, Balasingham afirmou que o movimento recebe bem um envolvimento maior dos indianos no processo de paz do Sri Lanka. Um porta-voz indiano disse que o país não pode se esquecer do crime dos Tigres Tâmeis, e que os rebeldes ainda acreditam na política de terror e violência. Gandhi era líder da oposição quando foi morto, em 1991, e fazia campanha no Estado de Tamil Nadu, no sul do país, às vésperas de eleições gerais. Os Tigres Tâmeis querem a separação do norte e do leste do Sri Lanka. Mais de 60 mil pessoas morreram em duas décadas de conflito no país. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Mortes chegam a 31 em escalada de violência no Sri Lanka17 de junho, 2006 | Notícias Explosão em ônibus mata 61 no Sri Lanka15 de junho, 2006 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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