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Atualizado às: 21 de junho, 2006 - 16h22 GMT (13h22 Brasília)
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Bush diz que 'gostaria de fechar Guantánamo'
Prisão da Baía de Guantánamo
A prisão foi aberta no início de 2002
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta quarta-feira que deseja fechar a prisão da Baía de Guantánamo.

"Eu gostaria de pôr um fim a Guantánamo. Gostaria de superar isso", disse Bush.

A afirmação foi feita durante um encontro de cúpula em Viena com líderes dos países da União Européia, em que Bush também afirmou entender a preocupação européia com o campo de prisioneiros dos Estados Unidos.

Bush afirmou que muitos dos detidos seriam enviados para seus países de origem, mas disse que pretende fazer com que alguns deles enfrentem os "tribunais americanos", classificando-os de "assassinos de sangue-frio".

"Eles vão matar alguém se forem soltos nas ruas."

Críticas

Não é a primeira vez que Bush fala em fechar Guantánamo, mas ele nunca havia entrado em tantos detalhes como desta vez.

No momento, apenas 10 detentos enfrentam julgamento, em cortes militares.

A Suprema Corte americana deve se pronunciar no final do mês a respeito da legalidade destes julgamentos.

Cerca de 400 pessoas estão detidas em Guantánamo, a maioria sem receber acusações formais.

As críticas ao campo de detenção aumentaram após os primeiros suicídios de internos, no começo do mês.

Vários países europeus e grupos de defesa dos direitos humanos dizem que a prisão viola direitos humanos e prejudica a luta contra o terrorismo.

Irã

Os Estados Unidos negam alegações de abuso de prisioneiros em Guantánamo.

Os líderes também discutiram outros temas durante o encontro, como comércio, energia, mudanças climáticas, Iraque e a crise nuclear iraniana.

Bush pediu para que o Irã responda em semanas e não meses à proposta de um pacote de incentivos para encerrar seu programa de enriquecimento de urânio.

Tanto ele como os líderes europeus se comprometeram a procurar um acordo internacional de comércio que beneficie países mais pobres.

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