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Premiê de Israel admite envio de armas para Abbas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse ter autorizado o envio de armas e munições para a guarda do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Nas últimas semanas, confrontos entre militantes ligados ao Fatah, partido de Abbas, e partidários do grupo islâmico Hamas deixaram mais de 20 mortos. O Hamas tem a maioria no parlamento e governa os Territórios Palestinos. Olmert disse aprovar o envio de armas "para fortalecer a guarda presidencial para que ele possa fortalecer as forças contra o Hamas". Rifles Antes do anúncio de Olmert, assessores de Abbas haviam negado que Israel teria enviado armas a partidários do Fatah. Um assessor de Olmert disse à agência de notícias Reuters que 375 rifles chegaram à Cisjordânia por um posto de fronteira com a Jordânia controlado por Israel. Abbas e os membros do Hamas estão em uma disputa de poder desde o início do ano, quando o grupo militante derrotou a facção de Abbas, o Fatah, em eleições parlamentares. Referendo Ele quer que o Hamas ceda às pressões internacionais, reconhecendo o direito de Israel de existir e renunciando à violência. No sábado, Abbas, anunciou a convocação de para 26 de julho um polêmico referendo para que a população se manifeste sobre um plano que reconhece implicitamente o direito de Israel existir. Abbas tomou a decisão apesar dos pedidos do Hamas, grupo que lidera o governo palestino, para não realizar a consulta popular. O Hamas rejeita o plano dos prisioneiros, não aceita o direito de Israel em existir e afirma que o referendo é inconstitucional. O plano implica no recuo de Israel às fronteiras pré-1967. Mas Olmert também disse nesta terça-feira que Israel nunca concordaria em uma retirada completa da Cisjordânia, porque as fronteiras anteriores a ocupação do território em 1967 não podem ser defendidas. |
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