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Fatah volta a patrulhar ruas de Jenin | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militantes ligados ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas voltaram a garantir segurança na cidade de Jenin na Faixa de Gaza. O retorno dos militantes do Fatah pode aumentar a tensão entre membros do movimento e do grupo governante Hamas. Há poucas semanas, houve confrontos entre milícias do Fatah e integrantes do Hamas que tinham assumido o comando da segurança em cidades da Faixa de Gaza. Um comandante do Fatah disse que as patrulhas vão apenas complementar a segurança que é feita pelas forças oficiais, mas o vice-primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Nasser Shaer, do Hamas, disse que a presença das milícias é inaceitável. Confronto O chefe das novas milícias do Fatah, Ata Abu Rimela, negou que haja intenção de confrontar o Hamas: "o único objetivo é proteger o projeto de criação de uma nação palestina." Segundo correspondentes da BBC, Mahmoud Abbas tem mantido reuniões com líderes de diferentes facções políticas, visando eliminar divergências e tentar unir novamente os palestinos. Mas Abbas ainda não teria se encontrado com um representante do Hamas. No dia 25 de maio, Mahmoud Abbas advertiu o Hamas e outras facções que caso não houvesse consenso em 10 dias em torno de um projeto político único, ele convocaria um referendo para que os palestinos pudessem decidir se aceitavam a proposta elaborada por líderes políticos mantidos prisioneiros. A proposta prevê a criação de um Estado palestino independente no território ocupado por Israel em 1967 e o retorno de milhões de refugiados palestinos. Boicote O Hamas, que com a vitória nas últimas eleições passou a controlar o governo palestino, é considerado um grupo terrorista pelos Estados Unidos e União Européia, e por isso tem sido alvo de um boicote econômico. Os EUA e a UE querem que o Hamas reconheça o Estado de Israel. O grupo insiste em lutar contra a presença de Israel nos territórios palestinos que julga ser ilegal. A suspensão de ajuda econômica tem prejudicado enormemente os territórios palestinos. Com os cofres praticamente vazios, o governo não tem como pagar os salários dos 165 mil funcionários públicos, que estão há três meses sem receber. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Três militantes morrem em ataque isralense em Gaza30 de maio, 2006 | Notícias Hamas retira milícia das ruas de Gaza26 de maio, 2006 | Notícias Fatah e Hamas se reúnem para discutir crise25 de maio, 2006 | Notícias Militante da Fatah morre em explosão em Gaza25 de maio, 2006 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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