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Estudantes chilenos rejeitam propostas do governo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes estudantis no Chile consideraram insuficientes propostas do governo para por fim aos maiores protestos do setor nas últimas décadas. A rejeição foi confirmada pelo ministro da Educação do Chile, Martin Zilic, depois de uma reunião com um grupo de estudantes na capital do país, Santiago, na sexta-feira. Segundo Zilic, os estudantes apresentaram objeções à recusa do governo de transporte público gratuito. Essa é uma das exigências do movimento, que incluem ainda reformas no sistema educacional, inclusive um novo currículo, e o fim de uma taxa equivalente a cerca de R$ 80 para o vestibular chileno. Segundo correspondentes, os estudantes ainda não anunciaram publicamente se vão manter os planos para uma greve nacional na segunda-feira. Mais de 500 mil estudantes participaram de uma greve em meados da semana. Na quinta-feira, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou uma série de medidas para ajudar alunos mais pobres, mas não oferece transporte de graça para todos, alegando que o custo seria muito elevado. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Polícia volta a dispersar protesto no Chile01 de junho, 2006 | Notícias Polícia dispersa protesto de estudantes no Chile30 de maio, 2006 | Notícias Ex-nazista é condenado por pedofilia no Chile 25 de maio, 2006 | Notícias Bachelet quer evitar "guerra fria" na América do Sul 11 maio, 2006 | BBC Report LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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