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Polícia volta a dispersar protesto no Chile | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A tropa de choque no Chile usou gás lacrimogêneo e um canhão de água para dispersar uma manifestação estudantil na capital do país, Santiago, pelo segundo dia consecutivo. Os manifestantes exigem reformas no sistema educacional, inclusive um novo currículo, transporte público gratuito e o fim de uma taxa equivalente a cerca de R$ 80 para o vestibular chileno. Os mais recentes choques, nesta quarta-feira, ocorreram um dia depois de protestos maciços que acabaram em mais de 700 pessoas presas e pelo menos 14 feridas. A presidente do Chile, Michelle Bachelet, condenou a forma como a polícia lidou com os protestos e demitiu o comandante do esquadrão anti-motins da Polícia Militar, Osvaldo Jara. As autoridades realizaram reuniões de emergência com os líderes do movimento para tentar resolver as divergências. Uma rodada de negociações com representantes do Ministério da Educação apresentou alguns progressos, mas não resolveu a crise. Os líderes do protesto advertiram para a realização de novas manifestações se as suas exigências não forem atendidas até o final desta semana. Este está sendo visto como um grande teste para a nova presidente, que assumiu o cargo há dois meses. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Polícia dispersa protesto de estudantes no Chile30 de maio, 2006 | Notícias Ex-nazista é condenado por pedofilia no Chile 25 de maio, 2006 | Notícias Bachelet quer evitar "guerra fria" na América do Sul 11 maio, 2006 | BBC Report LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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