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Ex-vice da África do Sul retoma atividade política | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-vice-presidente da África o Sul, Jacob Zuma, vai reassumir o posto de vice-líder do partido governista, o Congresso Nacional Africano (CNA), depois de ter sido inocentado de acusações de estupro, na semana passada. Zuma pediu para ser liberado de suas atividades no partido em novembro passado, quando surgiram as acusações, mas já deixou claro que agora quer retomar sua carreira política. Muitos de seus correligionários ainda vêem Zuma como um possível futuro presidente, mas ele ainda terá que enfrentar um julgamento por corrupção em julho. "O Comitê Executivo Nacional concordou que, como consequência do julgamento, o camarada Zuma deverá reassumir suas funções como vice-presidente do CNA e sua participação na liderança do movimento sem demora", disse o partido em um comunicado nesta segunda-feira. Zuma foi demitido do cargo de vice-presidente sul-africano em junho passado, quando começou a ser investigado por suspeita de corrupção. Ele permaneceu na vice-liderança do partido até novembro. Sucessão Um dia depois de ter sido inocentado das acusações de estupro, Zuma pediu desculpas publicamente por ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher soropositiva. Uma pesquisa de opinião encomendada pelo jornal Sunday Times de Joanesburgo, na semana passada, concluiu que metade dos entrevistados não aceitaram o pedido de desculpas, e que 64% são contra ele se tornar o próximo presidente do país. Os líderes do partido negam que o CNA esteja dividido em relação ao político, mas a percepção do público é de que uma dura batalha será travada para decidir o sucessor de Thabo Mbeki. Recentemente, Mbeki disse que o próximo presidente da África do Sul deveria ser uma mulher: a indicação mais clara até agora de que ele não apóia Zuma como seu sucessor. A absolvição de Zuma no julgamento de estupro fortaleceu suas chances de conquistar a liderança do partido, mas agora se questiona se ele seria a pessoa adequada para o cargo. |
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