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Atualizado às: 11 de maio, 2006 - 17h36 GMT (14h36 Brasília)
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Repsol aposta em acordo com a Bolívia
Soldados em frente à refinaria de petróleo em El Alto
Petrolíferas foram nacionalizadas no dia 1º de maio
O presidente da empresa de petróleo espanhola Repsol YPF, Antonio Brufau, disse nesta quinta-feira estar otimista em relação a um acordo com a Bolívia após o governo do país ter decidido nacionalizar seu setor energético.

A companhia tem mais de R$ 3 bilhões de ativos na Bolívia e até agora controlava um terço das reservas de gás do país.

"Estamos tentando convencer todas as partes envolvidas que o melhor cenário é o da cooperação", afirmou Brufau. "Espero que consigamos chegar a um bom acordo."

Apesar do otimismo da Repsol, também nesta quinta o presidente boliviano Evo Morales disse, em Viena, na Áustria, que seu país não irá pagar compensações às companhias petroleiras por causa da nacionalização do setor energético boliviano.

Justiça

Se uma posição dura da Bolívia se confirmar, Brufau ressaltou que a empresa está comprometida a defender os interesses de seus acionistas.

"Caso isto não seja possível (chegar a um bom acordo), iremos à Justiça."

As companhias estrangeiras têm seis meses para renegociar seus contratos com a estatal boliviana de hidrocarbonetos Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos.

O decreto relativo à nacionalização, que entrou em vigor no dia 1º de maio, obriga a renegociação de contratos de gigantes no ramo da energia como a brasileira Petrobras, a americana ExxonMobil, a britânica British Gas, a francesa Total e a espanhola Repsol.

Apesar da incerteza do futuro da Repsol na Bolívia, a empresa anunciou nesta quinta-feira que registrou um lucro de 8,2% nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

Uma missão da Petrobras está na Bolívia nesta semana para negociar sua situação no país.

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