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Villepin nega ter pedido inquérito sobre rival | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro francês, Dominique de Villepin, se defendeu no Parlamento francês contra as alegações de que teria ordenado uma investigação sobre corrupção contra seu arqui-rival, o ministro do Interior, Nicolas Sarkozy. Nesta terça-feira, Villepin negou que tenha ordenado um inquérito específico sobre Sarkozy. Segundo um correspondente da BBC na França, o primeiro-ministro foi humilhado quando políticos da oposição, tanto de direita como de esquerda, pediram sua renúncia. Ele se recusou a deixar o cargo, afirmando que foi vítima de uma "terrível campanha de mentiras e calúnias". Recentemente, Villepin sofreu uma derrota pública na França, ao ter que voltar atrás na implementação da lei do primeiro emprego, depois de uma série de protestos populares. Tanto Villepin como Sarkozy dizem estar sendo alvo de campanhas, em uma tentativa de prejudicar suas chances nas eleições presidenciais do ano que vem. Os dois são pré-candidatos a representar a centro-direita no país. Imigração Também nesta terça-feira, o Parlamento francês começou a discutir uma lei de imigração que tornaria mais difícil para estrangeiros trabalhar na França. As propostas, apresentadas por Sarkozy, favorecem trabalhadores altamente qualificados em vez dos menos qualificados, e exigem que os imigrantes aprendam a língua e a cultura francesa. Elas também tornam mais difícil para os imigrantes trazer suas famílias para a França e acabam com o direito à residência depois de dez anos morando no país. Os opositores da lei afirmam que ela é discriminatória contra os pobres e vai estigmatizar os estrangeiros na França. Sarkozy afirma que a lei vai acabar com a preocupação dos franceses sobre o fluxo de imigrantes, ao mesmo tempo em que deverá evitar o racismo. |
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