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Menção a "solução de dois Estados" foi engano, diz Hamas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo governo palestino liderado pelo Hamas disse à BBC que a referência a uma solução para o Oriente Médio envolvendo dois Estados - um palestino e um israelense - foi incluída por engano na carta enviada à Organização das Nações Unidas (ONU). "Isso (as políticas de Israel) diminui quaisquer esperanças para alcançar acordo e paz baseados em uma solução de dois Estados", dizia a carta, que é a primeira correspondência oficial do novo ministro palestino do Exterior, Mahmoud Zahar, ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, desde a vitória do Hamas nas urnas, em janeiro. A frase vinha em meio a críticas a Israel por suas "políticas coloniais ilegais" e por adotar medidas para "isolar" a população palestina e tentar forçá-la a deixar a área. Na carta, o Hamas diz ainda que deseja viver "em liberdade e independência lado a lado" com os seus "vizinhos". O conteúdo da carta parecia indicar uma mudança na política do Hamas, que não reconhece o direito de Israel existir, apesar de pressão internacional. Zahar afirmou que havia pedido para que a menção a dois Estados fosse retirada da carta, mas que isso acabou não sendo feito. Um porta-voz da ONU disse que a carta será analisada cuidadosamente. |
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