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Partidos começam a discutir novo governo em Israel | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os principais partidos políticos israelenses começaram neste domingo suas negociações formais com o presidente do país para a formação de um novo governo após as eleições gerais da semana passada. Após a conclusão das negociações, o presidente Moshe Katsav deve apontar o nome de um líder para formar o novo governo. O premiê interino, Ehud Olmert, cujo partido centrista Kadima foi o mais votado nas eleições de terça-feira passada, deve ser o indicado. Porém o Kadima elegeu apenas 29 dos 120 deputados do Parlamento e terá que negociar a formação de uma coalizão com outros partidos. Aliados Um dos prováveis aliados do Kadima deve ser o esquerdista Partido Trabalhista, que ficou em segundo lugar nas eleições, com 20 cadeiras no Parlamento. Outros possíveis aliados são o Shas, formado por judeus ultra-ortodoxos, que elegeu 12 deputados, o Partido dos Aponsentados (7 deputados), o também ultra-ortodoxo Judaísmo Torá (6 deputados) e o esquerdista Meretz (5 deputados). O presidente Moshe Katsav, cujo papel é em grande parte cerimonial, disse que tentará indicar o nome do novo primeiro-ministro rapidamente, mas as negociações devem levar vários dias. Apesar de os contatos informais para a formação de uma coalizão governista terem começado logo após as eleições, as negociações formais somente devem ocorrer após a indicação do premiê por Katsav. Sharon Olmert, o provável futuro primeiro-ministro, já exerce a função interinamente desde que o então premiê e fundador do Kadima, Ariel Sharon, sofreu uma série de derrames que o deixaram em coma profundo, em janeiro. A votação do Kadima nas eleições da semana passada foi inferior ao esperado pelo partido, que agora terá que fazer concessões importantes para poder formar o novo governo. O líder do Partido Trabalhista, Amir Peretz, que deve ser o principal parceiro do Kadima no novo governo, defende uma agenda de políticas sociais. Os dois partidos vêm manifestando diferenças públicas sobre quem controlará o Ministério da Economia do futuro governo. |
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