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Potências debatem ações contra o Irã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma reunião com ministros dos cinco países que integram o Conselho de Segurança da ONU e mais a Alemanha está sendo realizada em Berlim nesta quinta-feira para discutir uma estratégia comum na questão do programa nuclear iraniano. O encontro se segue ao comunicado do Conselho de Segurança ao Irã, na quarta-feira, exigindo a suspensão do enriquecimento de urânio no país, além de encomendar um relatório em 30 dias à agência da ONU que supervisiona programas nucleares, sobre as atividades nucleares no país. Na quarta-feira, o embaixador do Irã junto à ONU, Javad Zarif, disse que o país não vai ceder a ameaças internacionais e abrir mão de seu direito à energia nuclear, acrescentando que seu país é "alérgico à pressão". Um diplomata da União Européia disse à agência Reuters que os diplomatas americanos devem discutir com os colegas russos e chineses o texto de uma resolução proposta em uma carta do diplomata britânico John Sawers, vazada para a imprensa. Resolução e sanções A carta sugere que depois de um comunicado como o divulgado na quarta, o Conselho deveria adotar uma resolução baseada no capítulo VII da Carta das Nações Unidas. Se não for cumprida, a resolução seria seguida de sanções econômicas. O Irã voltou a enriquecer urânio (um processo que pode ser usado para fazer uma bomba atômica ou eletricidade em usinas) e encerrou as conversações que vinham sendo mantidas entre a União Européia e o Irã. O porta-voz do ministério das Relações Exteriores chinês, Qin Gang, disse nesta quinta que "ainda há espaço para uma solução negociada e a comunidade internacional não deveria abandonar estes esforços". A China e a Rússia vêm defendendo uma solução negociada, em oposição a possíveis ameaças de sanções. O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, disse antes da partida de Condoleezza Rice para Berlim que o objetivo da reunião é chegar a uma estratégia de "médio e longo prazo" e trazer o Irã de volta ao regime de não-proliferação. |
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