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Sonia Gandhi renuncia ao Parlamento indiano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A líder do partido governista da Índia, Sonia Gandhi, renunciou nesta quinta-feira ao seu cargo no Parlamento do país depois de ser acusada de quebrar a lei por receber salários de duas fontes públicas. A Constituição indiana não permite que parlamentares recebam salários por mais de um cargo público, a menos que o Parlamento aprove casos excepcionais. No caso de Sonia Gandhi, ela também era membro do Conselho Nacional Consultivo – um órgão público criado para ser, segundo a definição em seu website, uma interface entre o governo e a população. A política diz que está renunciando também de seu cargo no conselho. Gandhi vai, no entanto, permanecer como presidente de seu partido, o Congresso, e disse que deve concorrer às próximas eleições parlamentares. Nascida na Itália, Sonia Gandhi é viúva do antigo premiê indiano, Rajiv Gandhi, e se distanciou da política do país após o seu assassinato em 1991. Ela assumiu a presidência do partido em 1998 e, após a surpreendente vitória nas eleições parlamentares de 2004, decidiu não assumir o cargo de primeira-ministra por ter escutado "vozes interiores". A política deve voltar a concorrer para o Parlamento nas próximas eleições. |
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