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EUA anunciam novo plano de segurança | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos não vão se esquivar de atacar regimes considerados hostis, ou grupos que tenham armas nucleares ou químicas, de acordo com informações da Casa Branca. Na primeira reafirmação da estratégia de segurança nacional desde a invasão do Iraque em 2003, os Estados Unidos afirmam que o Irã é o país que representa a maior ameaça atualmente. A nova política reforça a anterior, de ataques preventivos, utilizada pela primeira vez em 2002 e criticada desde a guerra contra o Iraque. Mas o plano de segurança enfatiza a afirmação de que os Estados Unidos querem difundir a democracia por intermédio da diplomacia. Aids A nova estratégia também destaca outras questões mundiais que preocupam os Estados Unidos, como a disseminação da Aids, a ameaça da pandemia de gripe aviária e as perspectivas de desastres naturais e ambientais. O assessor de Segurança Nacional, Stephen Hadley, deve fazer um discurso lançando a nova estratégia ainda nesta quinta-feira. Outros pontos-chave incluem: Enfatizar a preferência dos Estados Unidos pela "democracia transformadora" e construção de coalizões, mas não necessariamente dentro das regras da ONU ou da Otan. Criticar a falta de liberdades democráticas na Rússia e na China. Rotular o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, como um "demagogo" que tem o objetivo de desestabilizar a região. Convocar o grupo militante palestino Hamas a reconhecer Israel, renunciar à violência e se desarmar. Desafios O ponto central da estratégia concentra-se nos desafios que os Estados Unidos enfrentam no período pós-guerra do Iraque. O novo documento destaca sete países considerados "déspotas": Coréia do Norte, Irã, Síria, Cuba, Bielorrússia, Mianmar e Zimbábue. A política, de acordo com o documento de 49 páginas, é "dar apoio a movimentos democráticos e instituições em todos os países e culturas, com o objetivo definitivo de acabar com a tirania no mundo". Segundo o documento, esses motivos são a base da política americana em relação ao programa nuclear do Irã. Esforços diplomáticos contínuos devem ser feitos para evitar confrontos, segundo o plano, com a promessa de tomar "todas as medidas necessárias" para proteger os interesses dos Estados Unidos contra o Irã. O novo documento foi supervisionado e aprovado pelo presidente George W. Bush. |
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