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Atualizado às: 08 de março, 2006 - 05h40 GMT (02h40 Brasília)
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Embaixador dos EUA no Iraque alerta para guerra civil
Soldados no Iraque
Locais sagrados estão sendo vigiados depois de ataques recentes
O embaixador dos Estados Unidos para o Iraque afirmou que a violência sectária no país tem o potencial para se transformar em uma guerra civil.

Em uma entrevista ao jornal americano Los Angeles Times, Zalmay Khalizad indicou que os Estados Unidos não têm escolha a não ser manter uma forte presença militar no Iraque.

Khalizad acrescentou que os riscos de conflito diminuiriam se os iraquianos chegassem a um acordo para um governo de união nacional.

O secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, disse que a imprensa exagerou a gravidade da violência recente no Iraque.

Em uma entrevista no Pentágono, Rumsfeld também afirmou que o potencial para uma guerra civil no Iraque sempre existiu.

'Caixa de Pandora'

Khalizad disse ao jornal americano que a invasão do Iraque liderada pelos Estados Unidos em 2003 abriu "a caixa de Pandora" das tensões no país.

"O caminho do progresso, em minha opinião, é um esforço para construir pontes que unam as comunidades iraquianas", disse.

O enviado afirmou que o atual beco sem saída político a respeito de quem deve ser o novo primeiro-ministro do Iraque está complicando os esforços para formar um gabinete de governo representativo.

Khalizad acrescentou que, apesar da ameaça gerada pelo ataque contra uma mesquita xiita em Samarra em fevereiro ter passado, o Iraque continua vulnerável a tentativas dos insurgentes de explorar as incertezas políticas do país.

"Há um esforço coordenado para provocar uma guerra civil", disse.

Khalizad afirmou que um conflito sectário na região poderá fazer com que "o Talebã e o Afeganistão pareçam com uma brincadeira de crianças".

Exagero

Em Washington, o secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld, disse que não acredita que o Iraque está passando por uma guerra civil, apesar de admitir que o risco existe.

Rumsfeld afirmou que o Iraque "era mantido não por uma constituição, não por causa de um pedaço de papel nem pelo respeito pelos cidadãos de religiões e crenças diferentes. O país era mantido unido por meio da força. E isso acabou".

Rumsfeld atacou a qualidade das informações divulgadas pela imprensa a respeito do Iraque, afirmando que boa parte das informações - nos Estados Unidos e outros países - exageram a situação.

Rumsfeld acrescentou que forças do Irã se infiltraram no Iraque.

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