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Atualizado às: 27 de fevereiro, 2006 - 20h21 GMT (17h21 Brasília)
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Britânicas ganham 17% menos que homens
Comissão criada pelo governo quer que meninas sigam profissões não-tradicionais
Os homens que trabalham tempo integral ganham 17% mais do que as mulheres na mesma situação na Grã-Bretanha.

A diferença entre a remuneração de homens e mulheres é a maior da Europa e a Comissão de Mulheres e Trabalho, que chegou a esta conclusão fez 40 recomendações para mudar a cultura de pagar menos às mulheres no país.

Para igualar o pagamento entre os sexos, a comissão pede desde um investimento de £20 milhões (cerca de R$80 milhões) em treinamento a medidas como criar mais personagens de novelas que sejam mulheres profissionais.

Segundo John Cridland, um dos autores do estudo, a diferença é cultural: "Se não fizermos as mudanças fundamentais necessárias nas escolas e na cultura dos locais de trabalho, novos cargos e oportunidades vão ser preenchidos da mesma forma e as mulheres vão continuar perdendo".

Críticas

Mas a comissão está sendo criticada pelos sindicatos, por não ter recomendado a revisão de salários.

O diretor-geral da Amicus (sindicato de trabalhadores da indústria), Derek Simpson, disse que sem "auditorias compulsórias, as mulheres vão ter que esperar até o juízo final para ganhar o mesmo que os homens".

Katherine Rake, que preside a Fawcett Society, um grupo de pressão pela igualdade de gêneros, acredita que a discriminação é a chave para entender a diferença.

"A Comissão de Oportunidades Iguais disse recentemente que 30 mil mulheres são despedidas por ano simplesmente porque estão grávidas," disse Rake à BBC.

Para Cridland, "nem os empregadores são o problema e nem auditorias são a solução".

A Comissão, com integrantes dos setores público e privado e representantes de sindicatos e empregadores chegou à conclusão de que as principais barreiras para as mulheres britânicas são estruturais, como por exemplo "as escolhas que as meninas fazem na escola e que vão determinar o quanto vão ganhar no futuro".

O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que criou a comissão em 2004, disse que "uma enorme quantidade de trabalho" precisa ser feita pelo governo para acabar com a desigualdade.

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