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Militar dos EUA é condenado por morte de iraquiano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um militar dos Estados Unidos foi declarado culpado de homicídio culposo por causa da morte de um general iraquiano ao qual estava interrogando. O oficial de custódia Lewis Welshofer foi condenado por um tribunal militar formado por seis oficiais do Exército no Estado do Colorado. Ele também foi condenado por negligência e abandono do dever, mas absolvido das acusações de homicídio doloso e agressão. Quando a pena for decidida, nesta segunda-feira, Welshofer pode pegar até três anos de prisão. Asfixia Promotores disseram que Welshofer colocou o general Hamed Mowhoush dentro de um saco de dormir, cobriu a sua boca e sentou sobre seu peito durante o interrogatório. O incidente aconteceu em 2003 em al-Qaim, perto da fronteira do Iraque com a Síria, e Mowhoush acabou morrendo. O advogado do militar argumentou que os superiores de Welshofer haviam aprovado a técnica de interrogatório. Além disso, segundo a defesa, o general iraquiano teria morrido em decorrência de uma doença cardíaca. Mas um atestado de óbito publicado pelo Pentágono atribuiu a morte de Mowhoush a asfixia causada por sufocamento e pressão no peito. No começo do julgamento, a defesa convocou um testemunha que disse ter ouvido um jurado ter sido pressionado por um alto oficial e pediu para que o caso fosse descartado por “influência ilegal do comando”. Mas o juiz indeferiu o pedido. |
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