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Israel permite voto de palestinos em Jerusalém Oriental | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo israelense decidiu neste domingo permitir que palestinos em Jerusalém oriental votem nas eleições marcadas para 25 de janeiro. Israel havia ameaçado proibir a votação na área, como protesto à participação do grupo miltante Hamas nas eleições. Por sua vez, o líder palestino Mahmoud Abbas ameaçou adiar a votação. Correspondentes em Israel dizem que o governo israelense não quer ser considerado responsável pelo atraso das eleições palestinas. Na semana passada, o governo já havia autorizado a realização de campanha eleitoral na região, ocupada por Israel desde 1967. A lei internacional considera Jerusalém oriental - onde vivem cerca de 200 mil palestinos - uma área ocupada. Decisão Os palestinos querem que a região seja a capital de um futuro Estado independente. De acordo com o correspondente da BBC em Jerusalém, Richard Galpin, essa é uma das mais importantes medidas tomadas pelo governo desde que o primeiro-ministro Ariel Sharon foi internado após um grave derrame, em 4 de janeiro. Testes mostraram que há atividade nos dois lados do cérebro de Sharon, mas ele não apresenta sinais de que está saíndo do coma induzido. O primeiro-ministro interino, Ehud Olmert, deve continuar no comando do país até as eleições, marcadas para o dia 28 de março. |
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